sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Histórias de resgates - O final feliz da Brigitte

Eu bem feliz porque tenho um lar! Uhuuul!
Olá, gente! Meu nome é Brigitte e hoje vou contar pra vocês a minha história. 
Era agosto e eu estava gravidíssima, com a barrigona cheia de filhotes. Eu morava na rua e era cuidada pelo pessoal que trabalhava ali perto. Um dia, alguém avisou as meninas do Projeto Sete Vidas que eu existia e elas foram correndo lá pra tentar me pegar. Era noite e óbvio que elas acharam que nunca iam conseguir me resgatar, mas mesmo assim começaram a me chamar fazendo barulhinhos e, pra surpresa delas, apareci toda rebolativa e calma. Fui colocada na caixinha de transporte e confesso que tive medo. Pra onde elas iam me levar? Fui para um lugar onde elas me cuidaram, me deram comida, água, patê (nham-nham) e um cantinho bom para eu fazer meu ninho. Tive meus filhotes, todos saudáveis e lindos, e, para minha surpresa, apareceu uma moça dizendo que era minha dona! Ninguém teve muita certeza disso, pois minha pelagem é meio comum, mas ela disse que me queria de volta. As meninas do Projeto ficaram felizes, claro! Mas disseram que eu só iria pra casa depois de castrada. Pra surpresa de todos, depois que meus filhotes foram doados e eu fui castrada, ligaram para a minha "dona" e ela disse que não me queria mais, acredita? Bom, acabou que eu fiquei até feliz com isso, porque sendo mentira ou verdade essa história de que eu era a gata dela, ela não me merece nem um pouco, já que não me quis mais. E gente, vocês sabem, eu sou gata, então não tenho modéstia... Eu sou muito linda e carinhosa! Adotei filhotes que não eram meus e que morreriam sem a minha ajuda, adoro pessoas, amo fazer pernas alheias de arranhador! Sou um doce mesmo. Mas mesmo assim ainda não tinha um lar... Já estava perdendo as esperanças, porque fiquei quase 4 meses com as meninas do Projeto. De repente, quando menos imaginei, fui pega de surpresa por uma notícia: eu ia ganhar uma casa! Uma casa de verdade - com direito a carinho o dia inteiro, caixa de areia só minha, caminha, dois irmãos caninos (oi, Joey! oi, Phoebe!) e uma mãe e um pai! Fui tão irresistível que uma das meninas do Projeto Sete Vidas não aguentou o meu charme e me adotou! Agora, finalmente, sei o que é ter um lar de verdade.
Espero que minhas outras amiguinhas do Projeto - Lua, Hepburn, Salomé, Anastácia, Aurora, Amora e tantas outras - também tenham a mesma chance que eu tive. 
Agradecimentos especiais à minha mãe, Vivi, que não foi forte o suficiente pra resistir ao meu carisma e olhar! Miau pra você, mamãe!
Eu e meus filhotes (Setembro/2012)

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Ajudar os animais - A responsabilidade é de quem?


Todos os dias o Projeto Sete Vidas recebe dezenas de pedidos de ajuda. Eles vão desde a acumuladores de animais que tem mais de 50 felinos em espaços pequenos até pessoas comuns que são surpreendidas por uma caixa com gatinhos no meio da rua ou na frente de sua casa.
Por conta da existência do Projeto, muitas pessoas vêm nos perguntar se podemos abrigar esses animais ou resgatá-los porque elas não podemA questão que pesa e que muita gente esquece é: nós, protetoras, também não podemos. Somos pessoas normais, como você. Tiramos o dinheiro do nosso bolso e contamos com o apoio e doações de terceiros. Também trabalhamos, moramos em apartamentos pequenos, temos rinite alérgica, asma etc, também temos nossos animais e tantos outros milhões de motivos que são alegados pelas pessoas que entram em contato com a gente. Além disso, no momento já cuidamos de quase 40 gatos - um número bastante maior do que a nossa capacidade.
O Projeto Sete Vidas nasceu com uma única razão: somar forças para dar uma nova história para tantos gatos - constantemente deixados de lado por outros projetos de apoio animal. Com isso, entram em jogo vários outros aspectos, como a importância da castração e a posse responsável. Mas uma coisa em especial tem nos chamado muita atenção nesses meses de luta diária pelos felinos: a conscientização. Nossas forças não existem sem que haja uma população consciente. 

Sobre a conscientização

A primeira coisa é que a responsabilidade pela situação deplorável dos animais deveria ser do poder público - pelo menos auxiliando os grupos de apoio animal -, mas isso nem sempre acontece (pra não dizer que nunca). Dessa forma, a responsabilidade acaba não sendo de ninguém e, por isso mesmo, acaba se tornando responsabilidade de todo mundo, de todos nós, cidadãos. 
Então, seja consciente com os seus animais e com os animais da rua. Achou uma caixa com gatinhos? Cuide e depois doe. Vai ser um prazer te ajudar a divulgar e esclarecer as dúvidas que você tiver!
É difícil pra gente cuidar de todos os animais de Londrina, mas pensem, se cada um cuidar um pouquinho, não fica pesado nem difícil pra ninguém. Essa atitude rende uma sensação imensa de satisfação e dever cumprido. 
O resultado disso é uma cidade mais solidária, com o coração aberto pra ajudar esses seres indefesos e uma junção de forças que só depende da gente fazer dar certo.
O Sete Vidas não é o Sete Vidas, o Sete Vidas somos todos nós. Está nas suas mãos o poder de escolha entre ajudar e fechar os olhos. Escolha ajudar, faça a sua parte! Cuide. Apoie. Ame. Adote. 
Vem com a gente? ;)

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Histórias de resgates - O final feliz do Cook

Olá, meu nome é Cook, eu vou contar para vocês como foi meu final feliz. Como praticamente todos os gatos, eu me perdi da minha mamãe beeeeeeeeeeeeeeeeeeem pequenininho, sem saber para onde ir e já muito assustado em ver como o mundo era grande eu me escondi na roda de um carro, mas como estava com muita fome disparei a miar, eu miei tão alto mas tão alto, que uma menina que estava num prédio num andar lááááá em cima, escutou e foi atrás de mim, quando percebi que ela estava me procurando fiquei com medo de continuar miando, com medo dela me achar e me machucar, mas minha barriguinha estava implorando por comida e não aguentei... eu miei.
Ela me achou e já veio logo com uma mão cheia de comidinhas pra me seduzir, e é claro né, fui seduzido.
Ela me resgatou, cuidou de mim ao ver que estava todo machucadinho e com fungo, me deu abrigo e comidinha, tava na maior vida boa. Quando de repente.... fui transferido, quando me dei conta estava em outra casa com uma menina fofa e com o olhar apaixonado querendo me pegar no colo.
Ela virou minha mãe, a melhor mãe de todas!! E aquela vida boa? Vish, só melhorou!

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Curiosidades sobre gatos


 Esqueça a "lorota" de que gato gosta da casa e não do dono. A natureza dos felinos é bastante diferente da do cão, em que aqueles mostram um senso de independência bem maior, porém não de falta de amor, e é este fato que leva àquele pensamento errôneo.
O gato, quando bem amado, dedica ao seu dono um amor intenso e incondicional. O que devemos perceber é que, diferente do cão (que considera o dono o líder da "matilha"), o gato nos considera como mais um membro do seu rol de convivência. Sabendo respeitar esse fato, certamente teremos um companheiro para todos os minutos.
Os gatos apresentam menos problemas com o período noturno do que o cão, quando recém-chegados. Na grande maioria das vezes, dormem, se alimentam e/ou brincam tranqüilos.
 É importante, assim que possível, levar o filhote ao Médico Veterinário. Sua orientação e avaliação são muito importantes. Ao passo que o cão tem maior adaptação ao modo de vida da casa, o gato procura exercer sua liberdade, seguindo seus instintos hormonais. Conforme se torna adolescente e adulto (aproximadamente dos 7 meses em diante), machos querem circular intensamente pelas redondezas, marcar território e seguir o instinto reprodutor; a fêmea, mãe exemplar, procura também dar continuidade à linhagem. O procedimento adotado, neste caso, é a castração. A grande discussão fica por conta de quando procedê-la: nos machos, antes da puberdade ou após cruzar? Nas fêmeas, antes ou depois do primeiro cio? Precisa cruzar? Não entraremos nesse mérito, cabendo ao Médico Veterinário e ao proprietário estudarem e chegarem ao procedimento que pareça mais plausível ao caso analisado, mas não se esqueça, a castração sempre será a melhor opção ao seu bichinho. 

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Dicas sobre a caixinha de areia

 O gato é um animal muito limpo, passa o dia limpando o corpo e arrumando seus pelos e na hora de ir ao 'banheiro' não é diferente. Muitos gatos gostam de fazer suas necessidades sobre jornal ou papel picado, mas em geral, quando temos um gato devemos adquirir uma caixinha de areia para que ele use como banheiro. Aqui vão algumas dicas sobre a caixinha de areia para o seu gato.


1. A caixinha deve ser de plástico lavável e que não seja muito rasa para que a areia não saia facilmente. Na verdade, qualquer bacia plástica pode servir de caixinha de areia, mas existem vários tipos de caixinhas, das mais simples às mais sofisticadas. Algumas caixinhas têm cobertura, uma espécie de tampa, com uma portinha onde o gato pode entrar e fazer suas necessidades. Essa tampa evita que a areia caia no chão e evita o odor no ambiente. 

2. A caixinha de areia pode ser comprada em pet shops e supermercados, mas você pode encontrar a mesma caixinha por um preço bem menor nas lojas de "1,99"

3. Quanto à areia, existem vários tipos no mercado. O ideal é experimentar vários tipos e escolher aquela que gostar mais. Os gatos também se acostumam com um certo tipo de areia e podem não gostar de algum outro tipo. A maioria dos gatos preferem a areia mais fina e rejeitam as que são mais grossas, com pedrinhas maiores. O segredo para economizar areia, facilitar a retirada da sujeira e evitar o mal cheiro no ambiente é misturar farinha de mandioca na areia. Podemos colocar 3 partes de areia na caixa e 1 parte de farinha e depois misturar para ficar homogêneo.

4. Compre também uma pá especial para retirar a sujeira da caixinha.

5. Logo que começa a andar, o gatinho bebê já é capaz de usar a caixinha de areia. Alguns mais espertos vão direto ao lugar onde está a caixinha para fazer suas necessidades, mas em geral, no início, o gatinho vai procurar um cantinho pra fazer xixi e cocô. Devemos ficar atentos para descobrir onde será este cantinho que ele vai escolher. Então colocamos a caixinha de areia neste lugar! Colocamos o gatinho na caixa e a maioria das vezes isto é o suficiente. Ele começará a cavar e pronto! Outras vezes o gatinho não entende a função da caixa e em vez de fazer xixi, ele vai se deitar e até dormir na caixa! Se isto acontecer, pegue em uma de suas perninhas e faça o movimento de cavar a areia. Os gatos nascem sabendo usar a areia para fazer as necessidades, você só estará despertando o que ele já sabe instintivamente.

6. Se o cantinho escolhido pelo gato para a localização da caixa não for conveniente, depois que ele estiver acostumado a usar a caixa, você vai tirando a caixa do lugar, cada dia um pouquinho, até que ela fique no local que você preferir. Mas cuidado pois alguns gatos insistem em fazer suas necessidades no cantinho que ele escolheu e se você mudar a caixa de lugar, mesmo que só alguns centímetros, eles continuarão fazendo as necessidades no cantinho escolhido, fora da caixa. Nesse caso, deve-se deixar a caixa onde estava por mais algum tempo.

7. O gato sempre cava um buraco na areia antes de fazer xixi ou cocô  e depois cobre sua  com areia. A maioria deles se empolga na hora de cobrir o cocô e quer usar a areia toda da caixa para fazer o morro mais alto possível. O que acontece é que muitas vezes a areia sai fora da caixa, por isso sempre coloque jornal embaixo da caixa, pois a maior parte da areia que cai da caixa fica no jornal. Pelo menos duas vezes por dia, levante a caixa, pegue o jornal cuidadosamente e coloque a areia de volta na caixa. 

8. Se você tem mais do que um gato, vai precisar de mais de uma caixa de areia em casa. É recomendável usar uma caixa por gato. Distribua as caixas em pontos estratégicos da casa. Parece que será mais trabalhoso e dispendioso, mas é o contrário disso. Tendo várias caixas, elas não ficarão muito sujas, será mais fácil de limpar e a areia vai durar mais.

9. Um detalhe importante é o seguinte: nunca coloque uma caixinha de areia próxima da comida do seu gato. É provável que ele não coma caso a comida esteja perto da caixa de areia.

10. O gato não usará a caixa se ela estiver suja. Retirar a sujeira das caixas deve ser parte de sua rotina da manhã e da noite, no mínimo. Então já sabe: quando você acordar, além de lavar o rosto e escovar os dentes, tire a sujeira das caixas. Antes de dormir a mesma coisa. Uma vez por semana, ou assim que a areia começar a acabar ou ficar suja na caixa, jogue esse resto fora, lave a caixa, enxugue e coloque areia nova. Aproveite para colocar uma folha nova de jornal sob a caixa.

Se apesar de tudo, se o seu gato insistir em fazer as necessidades fora da caixa pode ser que ele esteja com algum problema de saúde. Uma visita ao veterinário para tirar essa dúvida, pode ser também que ele esteja querendo chamar atenção por algum motivo. Alguns gatos não aceitam a presença de outros gatos ou cães, podem estar querendo "exclusividade", então podem protestar fazendo as necessidades fora da caixa. Outros, sem nenhum motivo, parecem preferir o piso liso, ou o quintal, em algumas ocasiões. Em tudo há exceção e não será diferente no que se refere ao uso da caixinha.



domingo, 12 de agosto de 2012

O que é considerado maltratar um animal?

Muita gente pensa que maltratar um animal é apenas bater de paulada, arrastar com uma corrente no carro ou outras tantas atrocidades que acontecem por aí e que causam comoção geral. Mas maltratar um animal não é só isso... tem muita gente que tem bicho em casa - e até diz gostar - e maltrata o animal todos os dias.


Saiba o que é considerado crime...

É considerado crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Não proporcionar ao seu animal alimentação adequada e água. 
Esses dias ouvi uma barbaridade de que gato não pode ter água disponível o tempo todo porque dá problema urinário! Isso é muito errado! É exatamente o contrário: gatos precisam de água disponível o tempo todo - fresca e limpa.

Deixar seu animal ao relento, sem abrigo, sob o sol, chuva ou frio. Antes de adotar um animal, pense nisso: você tem algum lugar pra abrigá-lo? Vai ter condições de comprar uma casinha e dar a ele todo o suporte possível? 

Mantê-l0 em corrente - algo, infelizmente, tão comum. Se vir um animal preso na corrente, converse com os seus donos e tente conscientizá-los. Corrente não é legal. Quem ama não prende!

Manter o animal em lugar anti-higiênico. Assim como você, animais gostam de viver em um lugar limpinho, sem cocôs, xixis e outras coisas por perto. 

Utilizá-lo em shows que possam lhe causar pânico ou stress.

Utilizar animais em experiência cruéis.

Agredir fisicamente um animal. 

Matar um animal (exceto eutanásia em casos específicos, como doença terminal ou muito danosa e sem possibilidade de cura). Atenção: não é só porque o seu animal está velhinho que é tudo bem fazer eutanásia, ok? É só em último caso.

Deixar seu animal vagar desacompanhado pelas ruas sem o uso de guias, permitindo que corra o risco de ser atropelado. Sim! Por mais que seu cachorro seja educadinho, ele ainda é um animal e tem instinto. Não facilite. Muitos cachorros saem para passear e não voltam nunca mais. 

Não dar atenção e carinho aos animais de estimação, privando-os de companhia e de contato humano. É simples: você não tem tempo pra dividir com um animal, então não adote um! Cachorros são muito sensíveis e sentem muito a falta de companhia. Gatos são mais ideais para pessoas que não tem muito tempo, mas também precisam de carinho e atenção.


Penalidade para maus-tratos:  1 ano a 4 anos de detenção e multa.


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Vacine corretamente seu gatinho

 A vacinação é sem dúvida, o cuidado mais importante tanto para o filhote como para o gato adulto. Os animais devem ser imunizados antes de terem contato com outros gatos adultos ou filhotes. Existem muitas doenças virais que podem acometê-los e são causadoras de um grande número de mortes, principalmente nos animais mais jovens. Para ser vacinado, o animal deve estar saudável, sem febre ou diarréia, e previamente vermifugado. 
Se isso não for observado, pode ocorrer falha vacinal, ou seja, o organismo não responder plenamente à vacinação.
As vacinas que seu gato deve receber e intervalos entre as doses devem ficar a critério do veterinário que irá cuidar de seu animal. As vacinas múltipla (tríplice, quádrupla ou quíntupla) e anti-rábica são obrigatórias em qualquer esquema de vacinação. Abaixo, um calendário para a vacinação de filhotes, com as vacinas existentes no mercado:


GATOS: 
vacinas - múltipla (tríplice, quádrupla ou quíntupla) e anti-rábica
- 45 a 60 dias:1a. dose vacina múltipla*
- 21 dias após a 1a. dose:2a. dose vacina múltipla
a partir de 4 meses de idade:anti-rábica
Este quadro mostra todas as vacinas disponíveis no mercado. Cabe ao veterinário decidir o melhor esquema para cada animal.


Gatos adultos que nunca foram vacinados ou filhotes que já passaram da época de vacinação devem receber 2 doses de vacina múltipla (intervalo de 21 dias entre elas) e 1 dose de vacina anti-rábica. Isso também vale para gatos de procedência desconhecida, quando não se tem conhecimento ou certeza sobre o histórico de vacinação. Nunca atrase a vacina anual de seu gato mais que um mês. Se acontecer isso, além da dose anual, pode ser que ele precise receber uma dose de reforço também. 
Lembrando que: Não se deve vacinar filhotes com menos de 45 dias de idade, a menos que a gata nunca tenha sido vacinada, pois as vacinas podem ser inativadas pelos anticorpos passados da mãe para a cria.

(rinotraqueítecalicivirosepanleucopenia e leucemia felina,clamidiose)

Fonte: WebAnimal

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Cuidando de um filhote

  Se em sua casa agora tem um filhote de gato, parabéns! Você acaba de ganhar um amigo que é muito mais do que um lindo animal. No entanto, filhotes são vulneráveis e você deve tomar alguns cuidados para essa história não acabar mal. 
  O primeiro passo é uma visita ao veterinário. O profissional irá orientá-lo sobre como você deverá proceder para a vacinação do felino. Em seguida, você deve se informar sobre cuidados básicos com a saúde dos gatos, como alimentação, castração e escovação.
            Tenha em mente que você deve estar atento caso surjam sintomas como perda de apetite, feridas, olhos vermelhos e lacrimejantes, entre outros sinais.
            Algumas dúvidas são muito comuns. Vejamos umas:

Meu gato é filhote e já come alimentos molhados no leite, inclusive ração. Mas as fezes dele estão muito duras. O que fazer?
            Se ele está comendo ração para filhotes, continue com ela. Você pode misturar um pouco de ração úmida (de latinha ou de sachê), que ajuda a tornar as fezes menos duras. 

Tenho um gatinho muito novo. Ele chora muito. O que fazer para ele não chorar?
            Ele pode estar chorando por falta da mãe, que para ele significa conforto, tranquilidade, temperatura quente, comida e água. Se tudo isso estiver sendo fornecido a ele e ainda assim estiver chorando, veja se sua barriga não está estufada de gases. Se ele já tem mais de dois meses, já está na fase de brincar. Brinque um pouco com ele, jogando bolinhas de papel, ratinhos de brinquedo, ou outros similares para ele correr atrás e pegar. Apenas tome muito cuidado para não brincar com objetos muito pequenos porque o gato pode engolir sem querer.

Com quanto tempo de vida os filhotes podem ser desmamados?
            A partir de três a quatro semanas de idade os filhotes de gato começam a imitar a mãe, comendo ração e bebendo água. Mas o ideal é que sejam separados da mãe e dos irmãos com no mínimo seis a oito semanas de vida. Esse tempo é fundamental para que o filhote aprenda a se comportar adequadamente.

Como saber a idade certa de um gato?
            É difícil saber a idade exata de um gato, mas examinando os dentes dá para ter uma estimativa.

 Há um mito de que adestrar gatos acaba por descaracterizar sua tão peculiar independência. Na verdade, o gato educado tem mais liberdade, porque sabe o que pode e o que não pode e circula livremente pela casa, sem precisar ser confinado o tempo todo para que não coma as plantas, ou para que não arranhe os móveis ou pegue a comida, etc.

Fonte: Os Gatos

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Curiosidade sobre a idade dos cães


Convencionou-se dizer que cada ano canino corresponde a sete anos da idade do homem... Mas será que um cão de 15 anos teria mesmo 105 anos? Essa correlação não é muito precisa. Não existe uma tabela exata, pois a idade do cão varia com inúmeros fatores. Por exemplo: raças grandes ou gigantes vivem menos tempo, ou seja, 9 anos para um doberman representam muito mais idade do que para um poodle. As raças pequenas, sabidamente, têm longevidade maior. 

Você já deve ter visto um cão de 10 anos que aparente ter bem menos idade. Como no homem, alguns indivíduos tardam a envelhecer, enquanto outros parecem ter envelhecido precocemente. A alimentação, prevenção de doenças e cuidados com o animal irão influenciar em sua saúde e aparência, embora, em alguns casos, esses fatores não sejam determinantes. Mesmo extremamente cuidado, não há como retardar o envelhecimento dos animais.

O conhecimento da idade do cão em relação à idade humana nos ajuda a entender melhor o comportamento de nossos animais. Para termos uma ideia aproximada dessa relação, podemos usar a tabela. Como já foi explicado, ela é apenas uma base para você determinar a idade do seu cão. Agora é só tirar a dúvida: será que ele está mais conservado do que você?



Fonte: WebAnimal

domingo, 5 de agosto de 2012

Você sabia?


 Os gatos são os mamíferos com os olhos maiores, proporcionalmente ao tamanho do corpo. 
 Eles não conseguem ver na escuridão completa. 
 Os gatos sempre foram conhecidos pela grande capacidade visual mas qualquer coisa num raio inferior a 15 cm torna-se muito desfocada, vêem melhor à noite, quando comparados com os humanos porque apenas precisam de 1/6 da luz que o homem precisa, mas para conseguir ver com pouca luz ele prescindiu de conseguir ver os pequenos detalhes, vêem-nos desfocados. O campo de visão de um gato é de 185 graus, por serem muito sensíveis à luz os seus olhos adquiriram pupilas verticais que quando estão totalmente aberta, ocupam uma área proporcionalmente maior do que a pupila humana. 
 Ao fundo dos olhos, os gatos possuem uma camada de células designadas de “tapetum lucidum” que servem para que após a absorção da luz esta seja reflectida através dessas mesmas células de volta para a retina fazendo com que os receptores que não tenham captado a luz o possam fazer agora, assim, a capacidade dos receptores da retina é amplificada em 40%. Podemos então dizer que os gatos vêem bem no escuro porque os seus olhos refletem a luz, funcionando como pequenos faróis! 
 Ainda que alguns estudos defendam que os gatos sejam daltônicos, outros afirmam que os gatos conseguem distinguir nitidamente o amarelo, o verde e o azul. 
 Apenas um a cada mil gatos é amarelo.
O QI dos gatos só é ultrapassado no reino animal pelo dos macacos e dos chimpanzés. 

Cães e gatos em uma boa convivência



Gatos e Cães sempre foram vistos como inimigos, então folcloricamente o relacionamento entre eles é impossível. Na prática, porém, há grandes chances de dar certo. Tudo vai depender de como o proprietário condiciona os animais. Quando bem educados, os gatos podem viver muito bem com cães. O ideal é que eles sejam acostumados juntos desde filhotes, o que não significa que não seja possível socializar animais adultos.
Aqui vai algumas dicas de como proporcionar uma boa convivência entre gatos e cães.
 ● Prefira que ambos sejam filhotes para facilitar a aceitação mútua. Antes da chegada do novo animal da casa, pegue um paninho com o cheiro dele e dê para o outro pet, assim ele já conhece o cheiro antes do novo animal chegar.
 ● Procure estar sempre com o cão e o gato. Divida o carinho entre os dois e sempre que o cão ou gato aceitar bem o novato, faça mais carinho ou dê a ele um petisco.
 ● Acaricie e dê petiscos ao animal mais antigo da casa na presença do novato. Caso haja alguma atitude hostil, pare tudo. Com algumas repetições, ele logo intenderá que a hostilidade ao novo animal se traduz em parar de receber algo que ele gosta.
 ● Nunca agrade o animal mais antigo se ele estiver sendo agressivo com o mais novo. Isso pode ser interpretado como um estímulo ao mau comportamento.

Essas foram algumas dicas, mas se você tem experiencia no assunto e conhece outras técnicas, mande recadinhos compartilhando elas, vamos adorar saber!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A importância da castração - parte II


No nosso primeiro post sobre a importância da castração falamos sobre como castrar os animais tem tudo a ver com posse responsável. Hoje vamos falar sobre isso e sobre muito mais, tentando tirar as principais dúvidas e desmentir os mitos sobre a castração.

O que é a castração?

Uma cirurgia feita em cães e gatos, machos e fêmeas, para impedir a reprodução sem controle.

Como funciona?

Nas fêmeas, consiste na retirada do útero, trompas e ovários. Nos machos, na retirada dos testículos. A cirurgia não dói. É feita com anestesia geral por veterinários devidamente habilitados. A recuperação total costuma durar de uma semana a dez dias. 

Quando devo castrar meus animais?

Isso varia de veterinário pra veterinário, mas geralmente castra-se fêmeas antes do primeiro cio (antes dos 6 meses, em média) e machos quando os testículos estiverem totalmente formados.

Outros motivos...

1- Castrar evita novas ninhadas. Filhotes são lindos e fofos, mas nem todos gostam deles o suficiente para assumir a responsabilidade depois.

2- A sua fêmea, seja ela gata ou cadela, viverá uma vida mais longa e saudável, sem ficar se desgastando em cada cio ou nova cria. Além disso, castrar antes do primeiro cio reduze MUITO as chances de câncer de mama. O câncer de mama é fatal em cerca de 50% das fêmeas não castradas.

3- Castrar sua cadela vai fazer com que ela pare de sangrar e de sujar a casa toda. Castrar a sua gata vai fazer com que ela pare de sair por aí em busca de um macho e vai afastar os gatos machos atrás de uma fêmea da sua casa.

4- Quando castrado, seu gato ou cão macho vai ter menos chance de desenvolver câncer de próstata entre outras problemas. A castração também vai fazer com que eles não tenham tando desejo de perambular pelas ruas - o que acaba evitando atropelamentos, fugas e brigas com outros animais.

5 - A castração deixa seu cão ou gato macho mais educado. Os animais machos tem instinto de marcar o território e a castração, na maioria das vezes, acaba com essa mania chata.

6- Não, castrar seu animal não vai mudar o caráter dele nem a forma como ele te trata. No máximo o deixará menos agressivo.

7- Castrar nem sempre é tão barato, ainda mais em cidades que não têm um Centro de Zoonoses onde são realizadas castrações a baixo custo ou até gratuitamente. Mas mesmo assim é mais barato do que cuidar de uma cadela grávida e dos filhotes que virão depois.

8- A castração não vai deixar seu cão ou gato mais gordo. O que torna seu animal gordo é muita comida e falta de exercícios.

Você ama seus animais, certo? Então seja consciente. Não o deixe procriar. Não existem lar para todos. Castre, cuide, ame.

(fonte: Galgos)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Histórias de resgates - O final feliz da Chiquinha

Meu nome agora é Chiquinha, mas antigamente eu não tinha nem nome, nem casa, nem comida. Uma pessoa boa me encontrou caída no chão perto da BR junto com meus 4 filhotes. Eu juro que tentei ser forte, mas já não tinha mais forças para cuidar de mim e dos meus filhinhos. Eu era só pele, osso e muitos carrapatos e pulgas. Essa pessoa que me viu avisou uma protetora de animais, que foi o mais rápido possível regatar a mim e aos meus filhotes. Fui separada dos meus bebês, mas eles logo ficaram cheirosinhos, sem pulgas e vermes e ganharam um lar. Quanto a mim? Bom, a minha história foi complicada... Eu fiquei internada no Hospital Veterinário (com a ajuda do SOS Vida Animal), tive suspeita de cinomose e de doença do carrapato mas na verdade eu só tinha fraqueza por conta da anemia e desidratação profundas. 
Uma das minhas filhotas!
Quando tive alta, o pessoal da Clivepar cuidou mais um pouquinho de mim. Logo fui para um lar temporário e quando menos imaginei, veio a notícia boa: o pessoal que me deu lar temporário se apaixonou por mim! Fiquei super feliz de poder ter um lar para chamar de meu, mas a minha alegria durou pouco... Três meses depois a minha protetora recebeu uma ligação da pessoa responsável por mim dizendo que não poderia mais ficar comigo porque sua funcionária iria sair e ela não teria tempo de limpar a minha sujeira... Sujeira? Eu sou tão limpinha, só faço cocô e xixi na graminha... Além disso, sou obediente, carinhosa, atenta. Isso me pareceu uma grande desculpa para esconder a verdade: ela simplesmente não me queria mais. Como alguém pode ser capaz de fazer isso depois de três meses? Meu coração ficou partido.
Fiquei muito triste e abalada com tudo isso. Quando minha protetora foi me buscar, eu tremia muito-muito e fiquei desesperada. Ainda bem que passei por lares temporários que me deram amor e carinho pra conseguir passar por mais essa dificuldade.
Com a ajuda de pessoas maravilhosas, fui finalmente castrada! Ufa! Agora não corro mais o risco de sofrer com mais uma cria! Quando achei que meus problemas tinham acabado, fui diagnosticada com um tumor venéreo na vagina, mas já estou em tratamento e tudo vai ficar bem.
Você deve estar se perguntando cadê o final feliz, não é? Pois é agora mesmo! Fui finalmente adotada!!! E o mais legal: por um casal gente boa que veio me conhecer pessoalmente e já se encantou e me levou na hora, sem pensar duas vezes! Eu sei, eu sei, eu realmente sou linda e cativante, mas não é todo mundo que abre o seu coração pra uma vira-latinha que já sofreu tanto, né? Sou muito sortuda. Tenho uma casa com graminha e o mais legal de tudo: tenho uma família! Finalmente! Agora sei o que é o amor sincero & verdadeiro. Se eu conseguisse mostrar toda a felicidade que eu sinto por finalmente ter um lar para chamar de meu, acho que eu explodiria de tanto sentimento bom e gostoso de sentir!  
Obrigada, Ricardo e Caroline por me darem uma segunda chance de ser feliz! Espero que eu possa retribuir à altura a felicidade que vocês me proporcionaram! 



domingo, 15 de julho de 2012

A importância da castração - parte I

Antes de começar a falar sobre a castração, vamos falar sobre uma outra coisa: a vontade que as pessoas tem de ver os seus animais criando pelo menos uma vez. É muito comum a gente ouvir pessoas dizendo que vão esperar a primeira cria pra só depois disso castrar o seu animal. Até aí parece estar tudo bem, mas não é bem assim. A realidade hoje é de uma superpopulação de gatos e cachorros - grande parte deles nas ruas. Ou seja: não há lares para todos. Mas o que é que você tem a ver com isso? Você ama e cuida do seu animal, certo? Mas quando você o procria, vai doar pra pessoas que talvez não cuidem tão bem. E, se cuidarem, pode ser que elas também resolvam deixar seus animais terem uma cria (pensando positivamente) e assim consecutivamente. O resultado disso? Um monte de novos animais gerados pelo seu animal dos quais você não tem o controle para saber se estão bem ou não. Pense no tanto de animais que você vê pela rua... Muitos deles - se não a maioria - são resultado da irresponsabilidade de seus donos. 
Posse responsável tem tudo a ver com castração! Além de ser ótimo para a saúde do seu animal (assunto para o próximo post!), a castração é um ato de amor pelo seu bichinho e também pelos outros animais, já que é a medida perfeita para evitar o nascimento de novos filhotes, que podem acabar na rua, maltratados, correndo riscos de morte.
Ainda continua com dó de castrar seu animal? Pense nos 5 milhões de animais abandonados do nosso País. Esse número existe porque muitas pessoas tiveram essa mesma pena antes.

Então se você está pensando em deixar seu pet procriar, pense melhor... Isso é muito mais uma vaidade sua do que uma necessidade do seu animal. Castre. Cuide. Ame.

(Os números são modestos, já que gatas entram no cio uma vez por mês, em média)


 Hey, você aí, já castrou seus animais? 

terça-feira, 10 de julho de 2012

hahaha, ta ai uma coisa difícil! Nunca da pra saber exatamente o que seu gato quer (mas com certeza não é ir ao veterinário).

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Coleira não serve para enfeitar.


Tem quem ache que a coleira só é feita para enfeitar o animal, mas não é bem assim! É para identificá-lo e permitir que seja devolvido em caso de fuga.  É exatamente por isso  que não faz o menor sentido que a coleira não tenha placa de identificação com o telefone ou celular do proprietário/guardião.


A coleira tem que ser escolhida com cuidado, não se deve comprá-la só porque é fofa ou bonitinha, principalmente para gatos. Como eles são ágeis - vivem se enfiando em buracos, pulando e escalando as coisas - a coleira errada pode fazer com que a chance de uma enforcação seja grande. O ideal é uso de coleiras que saiam com facilidade.
Em muitos lugares dizem que as coleiras elástica são as melhores opções, mas mesmo assim elas não são livres de todo o risco. Por isso encontramos uma outra solução: são as chamadas de "breakaway cat collars" ou "safe cat collars", que abrem sozinhas se o gato fizer pressão/força para se soltar de algum obstáculo, evitando enforcamentos acidentais.

Esse modelo é possível encontrar em lojas físicas da Cobasi , em lojas virtuais gringas ou nacionais como Smartpet (todos os modelos da marca Rogz). Não se esqueçam que gatos também se perdem e precisam da plaquinha de identificação. Você pode comprar em um site gringo a coleira ideal personalizada já com a plaquinha.



Para cachorros é mais fácil: Coleiras de couro são ideais porque tem maior resistência. Nunca se esquecendo de colocar a plaquinha de identificação.

Para quem tem dificuldade com isso, o tamanho ideal é que, fechada, a coleira não escorregue pela cabeça, mas seja possível colocar dois dedos entre ela e o pescoço do gato. Em filhotes é necessário verificar esse espaço constantemente, pois eles crescem.

PS: Gatos que moram em apartamento e não têm nenhum acesso à rua não precisam de coleira.

domingo, 8 de julho de 2012

A tal da posse responsável

Muito tem se falado sobre a posse responsável... Por mais óbvio que pareça ser para alguns, nem todo mundo consegue ter a consciência da responsabilidade que é ter um animal em sua vida. E essa responsabilidade não se resume apenas em dar as vacinas, alimento e abrigo. Quando você resolve adotar um animal, você tem que saber que não importa o que aconteça, a partir daquele momento, ele é sua responsabilidade. E essa responsabilidade vai durar mais de 10 anos. 

Listamos abaixo algumas coisas que você precisa saber quando está prestes a adotar um animal. Se depois de ler todos os tópicos você ainda quiser adotar um, entre em contato com a gente! Com certeza você será um ótimo adotante :)


1) Assim como você, os animais também não gostam da solidão. Ter um animal para trancá-lo na lavanderia ou deixá-lo sozinho em casa o dia todo não é uma atitude correta. Ou o animal pode conviver com a família ou é melhor não tê-lo.

2) Animais que vivem confinados em pequenos espaços ou presos em correntes podem sofrer graves distúrbios de comportamento, desconforto, atrofia óssea ou muscular, obesidade e depressão. Ou seja: não os prenda. 

3) Crianças não podem ser as responsáveis pelos animais. Se seu filho quer um bicho mas você não gosta, não tem tempo nem paciência para cuidar, então é melhor não adotar.

4) Animais precisam ter um espaço próprio, como uma casinha ou caminha (ou tapete, paninho etc.), onde se sintam seguros.

5) Os cães, principalmente os que moram em apartamento, necessitam de pelo menos um bom passeio por dia. Utilize sempre coleira e guia para evitar que seu animal fuja, seja atropelado ou brigue com outros cães.

6) Animais precisam de carinho, alimentação, cuidados de higiene, vermífugos, vacinas anuais e cuidados veterinários. 

7) Quando os animais ficam idosos, precisam de amor e cuidados redobrados. Você deve estar disposto a amar e a cuidar de seu amiguinho por todos os dias da vida dele.

8) Animais não são bichinhos de pelúcia. Eles têm personalidade, fazem bagunça, sujeira... mas não há nada mais recompensador do que ver o rabinho deles abanando com a sua presença.

9) Animais não estão interessados no seu dinheiro, no seu carro ou na sua aparência. Eles te amam e em troca só querem ser amados de volta. 

10) Assim como você, animais sofrem profundamente com a rejeição e o abandono. 

Abandonar ou maltratar animais é crime. Pena: 1 ano a 4 anos de prisão + multa (Lei Federal 9.605/98).

ANIMAL NÃO É BRINQUEDO - SENTE TRISTEZA, FRIO, DOR E MEDO


quinta-feira, 5 de julho de 2012

Histórias de resgates - O final feliz de Merlin


Oi pessoal, meu nome é Merlin. Sou um lindo gatinho amarelo, ronronento e beijoqueiro. 
Fui resgatado pela protetora Camila Dutra na rua do trabalho dela. Ela estava saindo do escritório, ouviu um miadinho e logo me enxergou num gramadinho, miando desesperado.Eu estava com fome e carente e assim que a tia me chamou, fui correndo ganhar carinho sem medo. A tia Camila me levou pra casa dela. Chegando lá, eu já me senti em casa, fiz amizade com os gatinhos e brincava sem parar.
Como sou muito lindo, logo fui adotado pelos meus papais, que ficaram apaixonados por mim.
Hoje tenho a vida que pedi a Deus e ganhei um irmãozinho esses dias. Sempre viajo com meus papais e vou quietinho no carro.


terça-feira, 3 de julho de 2012

Histórias de resgates - O final feliz de Sophia


Sou uma santa!

Oi, meu nome é Sophia. Meus primeiros meses de vida foram muito difíceis. Eu era uma das moradoras da casa da Rua Paraíba, onde viviam mais 30 gatos. Fomos abandonados à própria sorte e sobrevivemos graças à ajuda das pessoas que levavam ração diariamente.
Sempre tive muito medo dos humanos. Fui uma das poucas gatinhas lá da casa que foi resgatada sem armadilha, mas não deixei barato, viu? Mordi e arranhei.
Passei dois dias na casa da protetora Camila e logo fui adotada por pessoas aparentemente legais. Eu ainda estava muito assustada e arisca, mas como sou uma linda gatinha prateada, isso não foi problema.
Fiquei cerca de um mês na casa desses adotantes, até passei a confiar nos humanos, mas pra minha surpresa, fui devolvida por ser arteira. Arteira, eu?
Novamente voltei pra casa da protetora Camila e fiquei lá junto com os outros 5 gatos dela. Eu ainda estava medrosa, mas parei com essa de ser arisca.
De repente, a sorte sorriu pra mim e fui adotada por um casal com um filhinho lindo e, de quebra, ainda ganhei um irmãozinho felino, o Garfield, e um irmã cachorrinha, a Mel.
Minha mamãe diz que não sou arteira. No início quis testar o amor deles, fiz xixi na cama e até em cima da minha mãe, mas agora me sinto dona da casa e muito amada!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Histórias de resgates - O final feliz da Pi

Olá, meu nome é Pi, Pi de piedade, pois é, foi essa a cara que tive que fazer pra conseguir finalmente uma mamãe! Vamos voltar no tempo...

Morava num terreno abandonado, junto com meus irmãos, minha mamãe felina estava sumida há um tempo e todos nós estávamos com fome sem saber o que fazer. Até que um dia passou uma mulher, nos capturou e levou pra sua casa. Nós ficamos com muito medo, passaram um remédio fedido na gente, mas que nos fez parar de coçar, tomamos um banho assustador!A única coisa que nos fazia sentir seguros é que estávamos juntinhos. Depois de uns dias foi ficando melhor porque nós tínhamos teto, comida, brinqueeeedos, mesmo com os gatos moradores da casa sendo assustadores nós podíamos brincar entre eles. Mas um dia eu descobri que aquele era só o começo de uma vida nova! Fui adotada! Agora tenho definitivamente uma mamãe só minha e eu amo muito ela, sempre quero ficar pertinho, até me escondo na sua bolsa sempre quando ela não está olhando pra ela me levar junto, às vezes funciona, hihihi!


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Histórias de resgates - O final feliz do Fredericksen

Cheguei, mamãe!
Eu sou o Fredericksen, Freds, Fredinho... Depende do dia e do humor da minha mamãe. Mas vamos voltar ao começo da história, quando eu ainda não tinha uma mamãe pra chamar de minha, nem mesmo uma mãe-felina, já que a minha morreu atropelada um tempo depois que eu nasci. Isso aconteceu porque eu e meus irmãos morávamos num lugar muito triste na rodoviária de Londrina. Éramos 5 gatinhos solitários, alimentados pelos taxistas. Um dia, minha futura mamãe foi levar uma amiga na rodoviária e me viu tomando solzinho matinal na entrada de onde eu ficava. Ela desceu desesperada pra me pegar e levou um susto quando viu que tinham outras 4 gatinhas lá também. Então ela tentou pegar duas das minhas irmãs, mas elas pularam da caixa. Daí minha mamãe teve a ideia de colocar a ração na caixa e esperar que os gatinhos entrassem. Adivinha só quem foi o único gatinho que entrou? Eu mesmo! Sou curioso, então arrisquei tudo por aquela ração gostosa. Minha mamãe então me levou pra casa. Outro dia, voltou com uma amiga, que conseguiu resgatar todas as minhas irmãzinhas (menos uma, que havia caído num bueiro e não conseguiu voltar :~ ), que agora também vivem felizes num outro lar.
A parte mais legal disso tudo é que a minha mamãe castrou o casal de gatos que havia sobrado lá na rodoviária - o que ia acabar gerando mais um monte de gatinhos! Então o problema foi resolvido e ainda ganhei o melhor lar do mundo! Que gatinho de sorte que eu sou, né?

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Histórias de resgates - O final feliz do Billie Joe

Oi, meu nome é Billie Joe, mas já viu né, me chamam de Bibi, Billie, Bi, Bibizinho e todas as outras variações possíveis. Minha história não é trágica, eu tive muita sorte... 
Como todos sabem existem pessoas más, e uma dessas pessoas más me tirou da minha mamãe quando ainda estava mamando, me colocou numa caixinha e me jogou num quintal, sem dó nem piedade. A minha sorte é que também existem pessoas boas. Uma menina me encontrou e se apaixonou por mim, mas melhor que isso foi que a mamãe dela se apaixonou ainda mais! Calma, ainda tem algo melhor... Acredita que a gatinha que elas já tinham me adotou como filho? Pois é, me deixou terminar de mamar nela e tudo, tive muita sorte e minha vida é muito boa. E espero que muitos outros gatinhos tenham a mesma sorte que eu!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Histórias de resgates - O final feliz da Tequila


Olá, meu nome é Tequila, mas pode me chamar de Tetê. Minha história, até onde eu consigo me lembrar começa assim: Me perdi dos meus irmãos ainda sem saber me virar sozinha, era verão e o sol queimava minha pele, cheguei até a ficar vermelha, não achava lugar pra me esconder e só me dava mal. As pessoas nunca eram legais comigo, me maltratavam e me amedrontavam, acabei conseguindo um corte de fora a fora na barriga, que doeu muito. Um dia uma moça conseguiu me capturar quando estava desprevenida, ela me colocou em seu carro, fiquei com muito medo dela me maltratar e com o carro em movimento quando ela não prestou atenção, pulei pela janela. Não foi um sucesso, pois eu me estabaquei no chão e ela conseguiu me pegar de volta. Fui parar em uma gaiola, e ouvi a mulher falando que eu estava pra adoção, mas ninguém me queria. Eu era preta, magrinha e tinha além de um corte enorme, várias falhas no pêlo e estava toda queimada. Um dia uma menininha parou e ficou me olhando, e eu percebi: ela ia ser minha mamãe. Ela me pegou mesmo sem a mamãe dela deixar, e me levou embora. Hoje sou extremamente feliz, moro num apartamento super legal e tenho dois irmãos, uma irmã e muito amor por todos os lados. Ah, e eu fiquei lindona.

domingo, 24 de junho de 2012

Histórias de resgates - O final feliz do Pierre


Oii... meu nome é Pierre, ou Pierrinho - como minha familia me chama. Mas nem sempre foi assim. Quando bebê, ficava quentinho com minha mamãe e irmãozinhos, mas em uma noite fria, alguém me tirou deles, me abandonou sozinho e com muito medo na madrugada. Passei alguns dias com fome, frio e muito medo, até que encontrei um outro gato que me levou a um lugar onde poderia comer. Lá moravam muitas pessoas, depois descobri que era um condomínio. Algumas pessoas me alimentavam, mas mesmo assim eu passava o dia sozinho e dormia no frio. Foram dias muito ruins. Muitas pessoas de lá não gostavam de mim, me mandavam embora e gritavam comigo. Tudo que eu queria era só um pouco de carinho, comida e atenção. Tudo mudou em uma noite de chuva. Não tinha onde me abrigar e pedi ajuda na janela daqueles que cuidavam de mim. Acho que devo ter feito algo muito errado, já que logo depois algumas outras pessoas atiraram coisas em mim e me mandaram ir embora... Eu não entendia nada, sofri e passei muito medo. Mas acho que de uma outra forma isso foi algo bom, já que minha protetora me acudiu, me levou pra casa (onde já tinham muitos outros gatos por sinal!). Lá comi muito, tomei leitinho, tomei uma banho, dormi como há muito tempo não dormia! Depois disso ela tirou muitas fotos de mim e eu me senti uma estrela! Alguns dias depois ela me levou a uma casa, a MINHA casa! Como sou feliz hoje! Há um tempo atrás a protetora me levou ao médico pra eu ser castrado. Pois é, mas isso só me fez me sentir melhor. Hoje sou um gatão saudável e muito-muito feliz. Como retribuo tudo isso que foi feito por mim? Ahhh fácil! Só ser eu mesmo e a cada dia dar à minha familia muito amor e carinho regado a ronrons! Obrigado a todos que me ajudaram.


 Pierre